O indivíduo tinha em seu poder um cartão de filiado numa outra associação, garantindo ter desempenhado funções como guarda-noturno em Tavira. Mas também o cartão comprovativo dessa atividade já está caducado, remontando ano de 2003.
A situação ilegal em que se encontra acabou por ser denunciada à GNR de Vilamoura pela Associação Sócio-Profissional de Guardas-Noturnos.
Depois de militares daquela força de segurança se terem deslocado à zona onde ele estava a exercer as funções, o homem foi levado para o posto, a fim de ser identificado. Na sequência da queixa formalizada por aquela associação acabou por ser constituído arguido pela GNR por suspeita da prática de vigilância sem habilitação legal. O indivíduo, que se encontra em liberdade a aguardar a evolução do processo, poderá incorrer num crime de usurpação de funções.